A CIÊNCIA NÃO CONSEGUE EXPLICAR O QUE ACONTECEU COM UM CORPO MASCULINO, ENCONTRADO NAS MARGENS DA REPRESA DE GUARAPIRANGA

O corpo de um homem com mais de 50 anos foi encontrado em 3 de outubro de 1988 na cidade de São Paulo, mais precisamente nas margens da represa de Guarapiranga, bairro da periferia da cidade.

O corpo foi encontrado com mutilações generalizadas e irreconhecível.

Aterrorizado, com o estado do corpo, o médico legista admitiu que as mutilações não poderiam ter sido realizadas por nenhuma técnica conhecida pela ciência humana.

Essas mesmas mutilações já haviam sido encontradas várias vezes em animais e em vários pontos do planeta e principalmente na Inglaterra, mas pela primeira vez foi encontrado um ser humano mutilado com precisão jamais vista.

Todas as vísceras do corpo do homem haviam sido retiradas por uma perfuração de apenas 3 centímetros de diâmetro, feita na altura do umbigo.

A região do lábio e grande parte da pele do maxilar inferior, bem como a língua e o esôfago haviam sido extraídos.

Com técnicas cirúrgicas removeram também a bolsa escrotal, ânus e reto da vítima.

Os músculos dos braços foram retirados por um pequeno orifício de apenas 2 centímetros simetricamente na parte superior dos dois membros. E mesmo assim a pele estava intacta.

Foram retiradas, conforme o exame necroscópio, os globos oculares, a faringe, orifaringe, axilas, orelha direita e perfurações nas solas dos pés abaixo dos dedos médios.

Outra surpresa, para o legista, foi a precisão das perfurações nas solas dos pés que atingiam algumas veias e artérias. Isso levou à teoria que o sangue do pobre homem foi drenado por esses orifícios, já que não havia quase nada de sangue no corpo.

Um de seus pulmões estava seccionado por um corte em bisel, um corte perfeito, levando a crer que quem executou a mutilação sabia muito bem o que fazia.

Chegou-se a pensar em ritual de magia negra, mas quando o cadáver foi examinado por vários especialistas da medicina, confirmou-se que não existe neste planeta nenhuma tecnologia com tamanha precisão na retirada dos órgãos sem afetar outros. Outra hipótese descartada foi a que predadores naturais ou animais haviam agido no corpo.

Exames mais detalhados feitos no laboratório de histologia do Instituto Médico Legal demonstraram que o pobre homem foi encontrado apenas 24 horas após sua morte e que foi manipulado enquanto vivia, apresentando lesões com características de reação vital, ou seja, sofreu tortura; foi a conclusão do laudo.


 

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